ARTIGOS


Como funciona o sistema braille

No ano em que se comemora o bicentenário de nascimento do francês Louis Braille, seu método de leitura e escrita em relevo continua atual.
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Todas as crianças são bem-vindas à escola

A inclusão é uma inovação, cujo sentido tem sido muito distorcido e um movimento muito polemizado pelos mais diferentes segmentos educacionais e sociais. No entanto, inserir alunos com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos no ensino regular nada mais é do que garantir o direito de todos à educação - e assim diz a Constituição !.... Leia +


Integração x Inclusão: Escola (de qualidade) para Todos

Sabemos que a situação atual do atendimento às necessidades escolares da criança brasileira é responsável pelos índices assustadores de repetência e evasão no ensino fundamental.

Entretanto, no imaginário social, como na cultura escolar, a incompetência de certos alunos - os pobres e os deficientes - para enfrentar as exigências da escolaridade regular é uma crença que aparece na simplicidade das afirmações do senso comum e até mesmo em certos argumentos e interpretações teóricas sobre o tema.... Leia +

“Ensinando a classe toda: o currículo escolar na perspectiva da inclusão”

Trataremos neste texto da organização curricular, diante do desafio de se ensinar a todos os alunos de uma mesma turma escolar, sem discriminá-los e na busca de uma educação mais justa e verdadeiramente aberta à diversidade.
As ações que estamos desenvolvendo no sentido de implementar projetos de educação de qualidade para todos os alunos, nas escolas públicas e particulares brasileiras é parte do conjunto de trabalhos desenvolvidos sob nossa coordenação no Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade/ Faculdade de Educação/ Unicamp, desde 1992. ...
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Diversidade na Escola: a experiência do LEPED

O aprimoramento da formação de professores em serviço e a implantação de projetos de educação escolar para alunos com deficiência mental antecederam à criação do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade – LEPED, na Faculdade de Educação/ Unicamp, em fins de 1997.

Essas experiências iniciais constituíram o ponto de partida de um longo caminho e de um acervo significativo de estudos e de trabalhos práticos que evoluem continuamente, na busca de soluções para atender cada vez melhor aos problemas emergentes das nossas escolas.
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A Contribuição Piagetiana para a pesquisa e a reflexão pedagógica

Palestra proferida no Ciclo de Debates promovido pela Faculdade de Educação /UNICAMP, em 27 de agosto de1996, como parte das comemorações do centenário de nascimento de Jean Piaget, Jakobson, Freinet e Vygotsky.

Ao abordar este tema, gostaria de tratar da inclusão escolar de pessoas com deficiência mental - perspectivas e problemas relacionados à pesquisa e ao ensino.

A inclusão de pessoas com deficiência mental suscita novos desafios e levanta questões para os que direta e indiretamente atuam na área de ensino escolar, seja quanto aos fins, desenvolvimento e processos educativos.

À luz de proposições que fundamentam os mais recentes estudos e trabalhos sobre a educação escolar de pessoas com deficiência mental, faremos uma breve reflexão sobre algumas questões levantadas pelo ensino inclusivo, para as quais as investigações estão buscando soluções práticas, teóricas, técnicas e metodológicas apropriadas.

Trataremos, pois, do desenvolvimento conceitual da deficiência mental, da pesquisa nessa área e da finalidade e processos do ensino escolar para se ajustarem às especificidades da educação inclusiva. A contribuição da teoria piagetiana será inserida, no decurso da exposição....
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LIVROS




O Fim da omissão

Quando uma criança ou adolescente é agredida em sua própria casa, local onde supostamente estaria protegida da violência que a todos assusta, cria-se uma situação de profundo desamparo para a vítima.
Ver-se obrigada a conviver com seu agressor e enfrentar o pacto de silêncio que costuma envolver as pessoas mais próximas nesse tipo de situação são fatores que podem gerar efeitos catastróficos na formação da personalidade de alguém que ainda não chegou à fase adulta.
Por isso, reveste-se de especial importância o trabalho de formação de pólos de prevenção à violência realizado pela equipe do Centro de Referência às Vítimas de Violência (CNRVV), do Instituo Sedes Sapientiae, de São Paulo, vencedor do Prêmio Criança 2002 da Fundação Abrinq na Categoria Violência Doméstica. A equipe do Centro de Referência esteve por trás da montagem e funcionamento de diversos pólos de prevenção na cidade de São Paulo. Neles, pais, educadores, crianças e jovens, por meio de oficinas de dramatização, palestras e jogos de interação, refletiram sobre a violência e suas conseqüências, além de se integrarem a outros profissionais com papel decisivo nessa questão, como agentes de saúde, diretores de escola e conselheiros tutelares. Puderam refletir sobre questões que muitas vezes são encaradas com naturalidade, como os castigos físicos impostos aos filhos, a sutil violência psicológica ou os efeitos perversos do abuso sexual sobre a formação da personalidade de um adolescente...
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O papel das emoções

O papel do educador de hoje vai muito além das obri- gações pedagógicas em si.

O educador dos novos tempos exerce uma infuência muito mais ampla na formação de crianças e jovens: ele é agente de transformação, é maestro de ações construtivas para o desenvolvimento, é personagem ativo no processo de educar; exerce infuência sobre o seguimento gra- dativo de tomada de consciência de seus alunos e incentiva sempre o movimento de construção do saber e da cidadania.

Sempre que falamos em educação, precisamos aprender a pen- sar que caminhando junto ao desenvolvimento físico, intelectual e social de todo ser humano, estarão ali também as emoções, exer- cendo infuência sobre todo este processo.

São as emoções que emprestarão um colorido novo ao aprender, primeiro sob a forma de manifestações de afetividade do educador para com seu aluno, para que este possa se assegurar de que ali é bem recebido e considerado, conseqüentemente tornando os conteúdos pedagógicos mais atrativos...
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Refazendo laços de proteção

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em vigor no Brasil desde 1990, ainda demanda que a sociedade brasileira se mobilize, e muito, para que as grandes conquistas com relação aos direitos de crianças e adolescentes ali apresentadas possam virar realidade cotidiana para as novas gerações. O ECA está todo baseado na chamada Doutrina da Proteção Integral (que já havia sido referência para a Declaração Universal dos Direitos da Criança proposta pela ONU em 1959 e também para a Convenção Internacional dos Direitos da Criança que data de 1989). O princípio que rege o ECA é de que a criança e o adolescente devem ter todos os direitos que os adultos têm, aplicáveis à sua idade, e, além disso, devem contar com direitos especiais decorrentes da sua condição peculiar de desenvolvimento pessoal e social (educação como condição imprescindível para seu desenvolvimento, prioridade em receber socorro, direito à convivência familiar e comunitária). O ECA é muito significativo, pois tanto seu conteúdo como o processo pelo qual foi elaborado e aprovado refletem a participação popular e democrática. Representa os anseios de milhares de cidadãos que, direta ou solidariamente, se mobilizaram para que todas as crianças e adolescentes nascidos no País possam ser sujeitos portadores de direitos, independentemente de sua condição social... Leia +

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